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Consagração Total a nossa senhora segundo o Método de Luís Maria Grignion de Montfort

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nossa senhora

Fazemos parte de uma geração que sente a necessidade de algo diferente. Sentimos que algo novo e grande está para acontecer. Vivemos na expectativa de uma grande onda de avivamento, que venha mudar o nosso coração, e através de nós, mudar a face da terra. Estamos falando de um Novo Nascimento.

Quando, no Evangelho, Nicodemos pergunta para Jesus se para nascer de novo é preciso entrar novamente no ventre da mãe, Jesus simplesmente não responde (Jo 3,4). De fato, não existe nascimento sem maternidade. Com efeito, o Novo Nascimento no Espírito acontece também no Ventre de uma Mãe: a Virgem Maria. Ela é o lugar da geração espiritual. Se queremos ser gerados no Espírito Santo, precisamos entrar no Útero de Maria, para que Espírito gere em nós a imagem do Cristo, e nos tornemos cópias vivas Dele, com as mesmas atitudes e sentimento que Ele (Fl 2,5).

Ao longo da história da Igreja, muitos santos compreenderam que o caminho do seguimento é trilhar os mesmos passos do Mestre. Se Jesus iniciou Sua Vida Terrena sendo gerado pela Virgem Maria e chamando Ela de Mãe, nós também queremos fazer o mesmo. Foi por causa disso que São João Paulo II, o Papa dos jovens, se consagrou totalmente a Jesus pelas Mãos de Maria. Seu lema foi “Totus Tuus”, que quer dizer “Todo Teu”, “Todo de Maria”.

O método de Consagração realizado por São João Paulo II, conhecido popularmente como “Consagração Total”, foi vivenciado anteriormente por muitos santos na história da Igreja, e foi apresentado em um livro chamado “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, escrito também por um santo: São Luis Maria Montfort. Neste escrito, São Luis nos ensina passo a passo como viver esta Consagração a Jesus pelas Mãos da Virgem Maria. É uma Consagração não para os que já são santos, mas para aqueles que decidem buscar, com Maria, esta santidade, ou seja, ter as mesmas atitudes e sentimentos de Jesus (Fl 2,5). Por isso, a geração do avivamento é a geração mariana.

Autoria do Texto: Pe. Fransico Amaral | 13/04/2019

“Todo Vosso sou, ó querida Mãe, e tudo o que tenho é Vosso!”

(Tuus totus ego sum, et omnia mea tua sunt!)
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a consagração
PASSO A PASSO

O primeiro passo para viver a Consagração Total é a leitura do “Tratado”. Durante 30 dias de preparação, realizamos as orações preparatórias, que o próprio São Luis indica no Tratado. E seremos inteiramente do Filho, sendo inteiramente da Mãe, confiando na Sua Promessa em Fátima: “Por fim, o Meu Coração Imaculado Triunfará.” E esta é nada menos que a promessa de um Novo Pentecostes, em que o Espírito e a Esposa clamam a vinda definitiva do Reino de Deus (Ap 21,17)

Antes de iniciar o caminho de preparação é necessário ler o Tratado da Verdadeira Devoção À Santíssima Virgem para assim compreender toda a dimensão da consagração proposta por S. Luís Maria Grignion de Montfort.

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 227: A primeira prática. Esta Devoção particular da entrega total não está erigida em confraria, embora isso fosse de desejar (atualmente já está). Ora, aqueles e aquelas que quiserem seguir esta Devoção, primeiro empregarão pelo menos doze dias a esvaziar-se do espírito do mundo, contrário ao de Jesus Cristo, conforme já disse na primeira parte desta preparação para o Reino de Jesus Cristo. Depois empregarão três semanas em encher-se de Jesus Cristo, por meio da Santíssima Virgem. 

Orações Diárias: “Veni Creator Spiritus” E “Ave Maris Stella”

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 228: Durante a primeira semana, aplicarão todas as suas orações e atos de piedade para pedir o conhecimento de si mesmos e a contrição de seus pecados; farão tudo em espírito de humildade. Para isso poderão, se quiserem, meditar no que eu disse sobre o nosso fundo mau (nn. 78-79), e considerar-se durante os dias dessa semana como caracóis, lesmas, sapos, porcos, serpentes, 5 bodes. Ou meditem estas três palavras de São Bernardo: “Pensa no que foste, um pouco de lama; no que és, um vaso de estrume; no que serás, alimento de vermes!”

Pedirão a Nosso Senhor, e ao divino Espírito Santo que os esclareça, repetindo as palavras: “Senhor, que eu veja!” (Lc 18, 41). Ou: “Que eu me conheça!” Ou: “Vinde, Espírito Santo!” Rezarão todos os dias a ladainha do Espírito Santo e a oração que se lhe segue. Recorrerão à Santíssima Virgem, pedindo-lhe esta grande graça, que deve ser o fundamento de todas as outras. Para isso dirão todos os dias o “Ave Maris Stella” e a ladainha de Nossa Senhora.

Orações Diárias: “Ave Maris Stella”, “Ladainha Do Espírito Santo” E “Ladainha De Nossa Senhora”

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 229: Na segunda semana aplicar-se-ão, em todas as orações e obras de cada dia, a conhecer a Santíssima Virgem. Pedirão este conhecimento ao Espírito Santo, podendo ler e meditar o 161 – que sobre isto dissemos. Rezarão, como na primeira semana, a ladainha do Espírito Santo e o “Ave Maris Stella” ajuntando um Rosário cada dia, ou pelo menos um Terço, por esta intenção.

Orações Diárias: “Ave Maris Stella”, “Ladainha Do Espírito Santo” E “Santo Terço”

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 230: Empregarão a terceira semana em conhecer Jesus Cristo. Poderão ler e meditar o que a este respeito dissemos, e ler a oração de Santo Agostinho, que vem no princípio desta segunda parte (n. 67). Poderão dizer e repetir, com o mesmo santo, mil e mil vezes ao dia: “Senhor, que eu Vos conheça!” Ou então: “Senhor, fazei que eu veja quem sois Vós!” Rezarão, como nas semanas precedentes, a ladainha do Espírito Santo e o “Ave Maris Stella”, e acrescentarão todos os dias a ladainha do Santíssimo Nome de Jesus. 

Orações Diárias: “Ladainha Do Espírito Santo”, “Ave Maris Stella”, “Oração De Santo Agostinho”, “Ladainha Do Ssmo. Nome De Jesus” E “Ladainha Do Sagrado Coração De Jesus”

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 231: No fim dessas três semanas confessar-se-ão e comungarão com a intenção de se darem a Jesus Cristo na qualidade de escravos de amor, pelas mãos de Maria. E depois da comunhão, que se esforçarão por fazer segundo o método abaixo indicado (n. 266), dirão a fórmula da consagração, que também acharão mais adiante. Deverão escrevê-la ou mandá-la escrever, se não estiver impressa, e assiná-la no mesmo dia em que a fizerem.

232. Será bom que nesse dia paguem algum tributo a Jesus Cristo e a sua Santíssima Mãe, quer como penitência da sua passada infidelidade às promessas do Batismo, quer para protestar a sua dependência do domínio de Jesus e Maria. Esse tributo será segundo a devoção e a capacidade de cada um. Poderá ser um jejum, uma mortificação, uma esmola, uma vela. Ainda mesmo que não dessem mais que a homenagem de um alfinete, mas de todo o coração, isso bastaria, pois Jesus só olha a boa vontade. – 162 233.

Segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort no Tratado n. 233: Uma vez por ano, pelo menos, renovarão a mesma consagração, no mesmo dia em que a fizeram, observando as mesmas práticas durante três semanas. E poderão até mesmo renovar tudo o que fizeram todos os meses, e mesmo todos os dias, com estas breves palavras: “Eu sou todo Vosso e tudo o que tenho Vos pertence, ó meu amável Jesus, por Maria, Vossa Santa Mãe!” (n. 266).

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